sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Day 3 - Backer St + Westminster Abbey

Como aqui em Londres os passeios são muito caros e o meu objetivo número 1 aqui é estudar, resolvi adotar nesses dias em que não tenho aula, uma programação de passeios grátis mais barato possível.


Hoje de manhã fiz uma pesquisa e descobri que Londres possui vários passeios que aparentam ser bem legais e que são grátis ou menos caros. Pensei: São nesses que eu vou!


Saí de casa no final da manhã e fui para o que é, para mim, a Rua mais famosa de Londres (quiçá do mundo): A Baker Street.


É óbvio o que fui fazer lá, fui conhecer o endereço mais famoso do mundo o 221B da Baker St, onde, segundo Sir Arthur Conan Doyle, morou um tal Sherlock Holmes.


Pra quem não sabe o número 221B da Baker St jamais existiu. No entanto, os ingleses montaram um prédio de acordo com as descrições dos livros e colocaram na porta o tal numero 221B. É lá que hoje funciona o Sherlock Holmes museum:


Entrando no museu a primeira coisa que vc vê é uma loja de suvenirs de todos os tipos. Lá vc pode comprar desde um chaveiro do Mr. Holmes até a réplica da lupa que ele supostamente usava, tem de tudo lá dentro. Comprei pra mim um livro com todas as histórias do SH que ja foram escritas, pela bagatela de £15.


Na loja de suvenirs vc também compra o ticket pra conhecer o museu. Custa 6£ e achei que valeu a pena. 
O museu é uma réplica do apartamento que é retratado pelo Dr. Watson nos livros de Conan Doyle, tem vários detalhes, como a cama de SH, as poltronas onde ele e Watson conversavam em frente a lareira, diário do Watson, enfim, coisa pra caramba.


Foi muito legal a visita ao museu, tirei várias fotos, no Brasil mostro a vocês.


Depois do passeio no museu, resolvi almoçar, entrei num restaurante pequeno da Baker St e pedi a mais tradicional comida aqui em Londres: fish and chips, que, pra quem não sabe, é um peixe frito e empanado servido com batata frita. Nada demais, bem calórico e custou 5£. 


Comendo fora do Brasil é que vc percebe um dos motivos que fazem os gringos adorarem o nosso país. Nossa comida é a melhor do mundo.


Cansado do museu e de barriga cheia resolvi fazer uma das coisas que mais gosto:





Os pubs daqui são bem legais, pena que a cerveja é tão cara. Essa Heineken aí da foto custou 4£ (R$12,00).


Depois de sair da Baker St fui até a London Bridge, que não é a Tower Bridge (e só descobri isso ao chegar lá), mas valeu por conhecer:






Por fim, como ja estava escurecendo (no inverno escurece as 4:00 p.m.) resolvi ir até a Westminster Abbey.


Pra quem não se lembra, essa Westminster Abbey é aquela igreja onde casaram o príncipe Willian e a Kate Middleton no ano passado, durante aquela cerimônia que ficou enchendo o saco passando nas TVs do Brasil durante um tempão. É a igreja frequentada pela monarquia britânica e é lá onde foi realizada a cerimônia de coroação do Rei George VI (pai da Beth) que é retratada no filme "O Discurso do Rei" (The King's Speech).


A igreja é essa aí ó:




Não se enganem pela foto, a bicha é imensa, a maior igreja que eu ja vi depois da Catedral de Aparecida aí no Brasil. E é muito bonita também, num estilo todo gótico, mas bem bonito.


Chegando lá, tinha um passeio pra conhecer e fotografar a igreja por dentro que custava £16. Pensei: "O quê, pagar quase R$50,00 pra tirar foto da igreja?! Nem a pau!" Esperei mais um pouco, e quando ia começar a missa me enfiei no meio dos fiéis e fui assistir ao raio da missa em inglês e conhecer a igreja.


Assisti a missa e conheci a igreja por dentro. É fenomenal! Se estivesse aqui a turismo teria ido no passeio e tirado as fotos, vale a pena. Queria ter tirado foto dos túmulos de William Shakespeare, Sir Isaac Newton e Charles Darwin que estão sepultados lá.


Por fim, voltei pra casa onde os Harper estavam me esperando para jantar.


Sobre o inglês: Vocês sabem, fiz 8 livros de Cel'lep, estudei 2 anos e meio de inglês aí no Brasil e, mesmo assim, é muito difícil de falar e entender os nativos quando vc chega aqui. Parece que eles falam uma língua que vc não estudou. Agora, após 3 dias ja sinto considerável melhora no listening, mas, mesmo assim, não entendo tudo. O povo da casa tem me ajudado bastante, tanto o Doug quanto o Sebastiano (que é o nome do italiano que mora aqui tbm) falam mais do que o homem da cobra, o que ajuda bastante a me enturmar e melhorar o ouvido.


É isso galera.


Saudades de todos.  

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Day 2 - Aprendendo a me locomover

No segundo dia, a ordem foi aprender a se locomover por Londres.


O Doug ja havia se predisposto a andar comigo pelo bairro para me ensinar onde ficam os principais pontos de ônibus e a estação de trem que fica próxima à casa.


Acordei umas 8:00, tomei café, conversamos um pouco e saímos pelas redondezas bem agasalhados pois hoje estava mais frio do que ontem. 


A estação de trem Stroke Newington fica bem próxima a casa, cerca de 2 quarteirões, mas é trem e não metrô, o que, ao que parece, influencia menos na qualidade do que no tempo de espera. Como estamos na Inglaterra, existe horário pré definido para o trem passar: a cada 15 minutos nos horários de pico e mais espaçados durante a tarde.


Depois disso, Doug me apresentou as principais ruas do bairro, os principais pontos de ônibus e fomos a um mercadinho para que eu pudesse adquirir meu oyster card.




O tal do Oyster card é um cartão magnético, bem similiar a esses que temos em São Paulo, que te permite comprar passagens de ônibus, metrô, trem e até barco com descontos bem significativo. Optei por um plano semanal que me permite pegar quantos trens, ônibus e metrô eu quiser no período de 1 semana pela bagatela de £29,20 (aproximadamente R$60,00). 


Depois de comprar o Oyster card, Doug e eu pegamos um ônibus e fomos até um bairro chamado Angel para que pudéssemos passar em uma loja e tentar consertar minha máquina fotográfica. 


Chegando na tal da loja, minha primeira situação embaraçosa: O rapaz da loja pegou a máquina, trocou as pilhas, ela voltou a funcionar e fiquei com cara de idiota. Não me preocupei muito, pois lembrei dos conselhos do Rafael Borges e mandei um: "Sorry, I'm from Argentina" e ficou tudo bem.


De lá, o Doug voltou pra casa e eu fui dar um rolê pela cidade. Peguei um ônibus e fui pra Oxford St, uma das principais, senão a principal, avenida de Londres.


A Oxford St é uma avenida que lembra muito a Calle Florida em Buenos Aires. Comparando com algo que temos no Brasil seria uma Avenida Paulista com prédios bem mais baixos e ao invés de bancos e escritórios, repleta das mais diversas lojas. É uma avenida bem bacana e foi muito legal ter ido lá. Com a camera "consertada" tirei algumas fotos:






  


Essa avenida deve ser o paraíso para as mulheres porque é uma 25 de Março com muita grife e situada em Londres. Tem coisas de todos os gêneros, desde as mais baratas numa loja chamada Primark, até as marcas mais famosas, numa boutique imensa chamada Selfridge.


Durante o passeio na Oxford St, fui conhecer o local onde fica a escola onde eu vou estudar a partir da próxima segunda-feira. É bem pertinho de onde eu estava, fica em uma travessa da Oxford. A escola é um prédio antigo com uma placa bem simples na porta:




Depois de rodar a tarde inteira pela Oxford St e comprar um chinelo de frio, um cachecol e 6 pares de meia por £4,50 (roupa é bem barato aqui em Londres) fui andar um pouco de metrô pra ver como funciona e depois voltei pra casa.


Apesar de não parecer, foi um dia bem cansativo, mas ao final do dia a meta de aprender a se locomover em Londres foi atingida. Agora me sinto apto pra ir pra qualquer lugar em que o metrô e os ônibus cheguem, ou seja, quase toda a Londres.


Amanhã tem mais.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Day 1 - A viagem e a chegada em Londres

Depois de muito esperar, embarquei para Londres na terça-feira a noite, com muita dor no coração de deixar esposa, família e amigos pra trás. Mal embarquei e ja sentia saudades. O voo da TAM estava previsto para as 23:50 e decolou as 00:20.


O vôo


O avião da TAM é bem legal, bem diferente dos Airbus 320 que estamos acostumados a ver nas viagens domésticas. O avião que faz o trecho São Paulo-Londres é um moderno Boeing 777, com monitores individuais e tudo mais.


Como sempre, dei um tremendo azar e viajei ao lado de 8 estudantes de 16 anos de uma escola de Florianópolis que sentaram ao meu lado, no banco da frente e no banco atras de mim, transformando uma calma viagem noturna em uma aula sobre música teen, papo besta de 5ª série e fofocas sobre uma tal de Camila, que ao que parece ja saiu com o colégio inteiro. É meu amigo, estou ficando velho, não aguento mais isso.


Pra piorar, minha máquina fotográfica pifou em pleno voo, por isso, não vou conseguir colocar umas fotos nesse post. Vou ter que me virar pra resolver isso aqui em Londres.


O voo demorou exatas 10h50 e cheguei no aeroporto de Heathrow hoje as 11h13 horário de Brasília (1:13 p.m - horário de Londres).


A primeira coisa que chamou a atenção em Londres foi o aeroporto. Um puta aeroporto! Gigante, limpo, moderno, realmente bem legal. Agora entendo algumas críticas aos aeroportos do país da próxima copa.


A imigração


Comentei com alguns de vocês nos últimos dias que estava bastante preocupado com o controle de imigração de Londres. Li algumas histórias sobre brasileiros deportados e, como era a minha primeira vez, estava realmente com medo de ter algum problema e ser enviado de volta para o Brasil, o que, fatalmente, acabaria com o meu intercâmbio.


Apesar da minha preocupação, fui atendido na imigração por um inglês, aliás, um dos poucos, pois na imigração britânica só tem indiano (e a diferença é claramente notável), que falou comigo em português (pasmem!). Tá bom, tá bom, o cara mandou um portunhol, bem meia boca, mas completamente inteligivel. Ele só me perguntou, o que eu vim fazer no Reino Unido (respondi: estudar), o que eu faço no Brasil (respondi: sou advogado) e quanto tempo eu pretendia ficar em Londres (respondi: 3 meses). Bateu o carimbo no meu passaporte me autorizando a ficar por 6 meses. Foi muito tranquilo! Não pediu pra ver sequer um dos vários documentos, cartões de crédito e declarações que preparei com tanto cuidado no Brasil.    


Ultrapassada a imigração, peguei a mala e fui direto para o saguão do aeroporto, não sem antes ser interceptado por um guarda do aeroporto que de alguma forma achou minha conduta estranha e me parou. Ele perguntou se eu tinha alguma droga, algum alimento, o que fazia no país, onde ia ficar, se pretendia viajar pela Europa, enfim, fez todas as perguntas que o oficial da imigração não fez, e, ao final, pediu para eu abrir minha mala. Mostrei minhas cuecas a ele, pois, afinal, ele fui muito educado.


Pronto, tinha entrado no país.


A segunda coisa que chama a atenção em Londres é o clima. É frio pra daná mesmo! E um frio diferente do que temos aí no Brasil. Venta bastante e tem um ar bem congelante, tipo polar, mesmo. Quando cheguei, a temperatura era de 8ºC, mas a sensação térmica era bem menor do que isso, com certeza.


Ainda no aeroporto encontrei o rapaz do transfer que me levaria à casa dos Harper. O Edir, nome do brasileiro que fez o transfer, nasceu em Belém-PA, foi criado em SP, e mora em Londres a nove anos trabalhando como motorista e fazendo todos os tipos de bicos. O cara é bem gente boa e me deu várias dicas sobre moradia, caminhos, brasileiros em Londres, restaurantes, etc. 
Ele me ajudou com meu celular, que embora desbloqueado no Brasil, não funcionou em Londres. Fomos até um  xing ling Londrino onde um paquistanes pegou meu celular, fez uns abracadabras, desbloqueou o aparelho e me cobrou 10 pounds (FDP!).


Depois disso, finalmente, cheguei na casa dos Harper.


Os Harper 


Chegando na casa onde ficarei o próximo mês, tive uma agradável surpresa. A casa é bem bonita e decorada com um incrível bom gosto. O Mr. Harper, que pediu pra ser chamado de Doug, é um sujeito muito animado, conversador e bem engraçado. Me apresentou a casa inteira, me explicou o funcionamento da lavagem de roupa, a qual será feita pela Ms. Harper (Nora) as sextas-feiras, me deu um mapa com as instruções pra chegar e sair da casa e me explicou as várias regras que ele impõe pros estudantes.


As regras não são nada absurdas, nada que alguém um pouquinho educado ja não faça naturalmente. Apenas duas me chamaram a atenção negativamente: banho de no máximo 10 minutos e ter que ligar pra avisar caso não venha jantar com eles, para que a Nora deixe meu prato no microondas. Fora essas duas regrinhas chatas, o resto é bem legal: estou sozinho num quarto grande, confortável, com TV e internet sem fio e fui acolhido muito bem.


O jantar 


Meu primeiro jantar com os Harper trouxe novas surpresas boas. Descobri que além de mim, tem mais um rapaz italiano na casa, o que é bom, pois, é mais uma pessoa pra praticar o inglês. O jantar foi bem animado e durou mais de 1 hora de conversa. Descobri que o Doug (Mr. Harper) é escocês e a Nora (Ms. Harper) é londrina. É incrível, mas tive a impressão que esse fato torna o linguajar bem diferente. Tenho muito mais facilidade em entender o que o Doug fala do que o que a Nora fala, mas vou me virando. O bom é que eles gostam de conversar.


A comida trouxe boas surpresas também. De entrada, me serviram uma sopa verde (parece que era de ervilhas, mas não sei), comi um pouquinho para experimentar e estava até que boa. O prato principal foi batata fritas em cubos, com carne assada fatiada e uma iguaria tipicamente londrina com nome de cachorro chamada: yorkshire pudding, que é um tipo de bolinho, meio frito e meio salgado, até que bem razoável.


De sobremesa teve café e alguns doces que não provei.


Enfim, o primeiro dia foi bem tranquilo e com várias surpresas agradáveis. 


Amanhã conto mais.


Van, saudades! 

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Homestay

Definida a questão de homestay.

Hoje retirei na agência de intercâmbio a carta de referência contendo o endereço da casa onde ficarei no primeiro mês.

O local fica na Zona 2 de Londres na 89, Brooke Road, Stoke Newington. Segundo o que consta do Google Maps, a casa é essa aí de porta verde:


O lugar parece pacato, mas ao que tudo indica não é assim tão perto da escola. Segundo o Journey Planner (site britânico que diz como ir de um lugar para o outro) a escola fica a aproximadamente 1 hora da residência. Fiquei meio puto com a distância, mas espero que a casa e a família compensem.

Sobre a família:

A carta "booking confirmation" vem com os dados e um pequeno descritivo sobre os moradores.

No primeiro mês, morarei com um casal de senhores, Mr. Doug Harper e a Ms. Nora Harper. Ele é um arquiteto aposentado e Ela é uma designer. Não há animais e nem crianças na casa.

Vejam o descritivo dos Harper:

"Nora and Douglas live in a tastefully decorated house in North London. Nora is a designer and Douglas is a retired Architect. They enjoy music, art, travel, sport and theatre. The student will enjoy excellent accommodations and facilities, and the hospitality of kind, generous and helpful hosts. Nora and Doug are very presice about leading a quality life, they take meals together with students at a set time and dedicate quality time talking to students. The family come highly recommended as the home offers students a true insight into well balanced, typical, good quality home and lifestyle."

Espero que o descritivo seja preciso. Chegando lá conto a vocês.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Passagem comprada

Primeiro passo finalizado.

Embarco dia 03/01/2012 às 23:50
Retorno dia 31/03/2012 às 06:05

Agora começa a contagem regressiva.

sábado, 19 de novembro de 2011

Escolhendo o curso de inglês

Acho que mais difícil do que escolher a cidade do intercâmbio, mais difícil do que conseguir as autorizações para a viagem foi escolher a escola onde estudar.


Isso porque, não há muito como buscar referências de escolas na internet, em princípio todas parecem boas, e, quando todas parecem boas, pode ser que nenhuma seja, sei lá.


Busquei algumas referências com amigos, mas não saí do zero: todas as escolas que meus amigos estudaram são boas e tem muitos brasileiros. 


Tentei buscar referências com as empresas de intercâmbio que eu estava cotando a viagem, mas aí percebi o óbvio: todas as escolas que as cias de intercâmbio trabalham são excelentes aos olhos de quem vende o pacote e todas elas "tem poucos brasileiros".


Difícil hein.


Diante desse cenário resolvi que pegaria a escola que eu achasse mais interessante, independente das opiniões, buscaria algo por feeling, sei lá...


Adotei alguns critérios: 


1) tentaria encontrar, se é que isso é possível, uma escola com poucos brasileiros estudando


2) fugiria das escolas de menor preço ou aquelas que estivessem em promoção nos pacotes de intercâmbio, pois, a tendência é que se vendam mais pacotes para as escolas de menor preço e, portanto, mais brasileiros a vista.


Considerando esses critérios, fiquei entre duas escolas:


1) 




É uma escola muito bem localizada em Londres, fica na Oxford St, (uma das ruas mais famosas de Londres) na Zona 1, perto do Centro. O site e as empresas de intercâmbio a vendem como:
"uma das maiores e mais bem sucedidas escolas de inglês do Reino Unido"
O valor desse curso ficou em U$5.000,00 (sem passagem aérea) para o curso de 20 horas semanais de General English, com acomodação em casa de família no primeiro mês.


2) 


A escola também é super bem localizada, numa zona "bem charmosa de Londres" como disse a agente de viagem, e que a primeira vista possui pouquíssimos brasileiros estudando. 
Essa constatação de que havia poucos brasileiros estudando na escola veio da seguinte forma: Enviei um e-mail à escola que me informou que atualmente possui apenas 3 brasileiros estudando em toda a escola, percebi, também, que não são todas as agências que trabalham com essa escola de inglês em Londres, o que pode levar a duas conclusões: (i) ou a escola é um lixo ou (ii) realmente terão poucos brasileiros, pois não é todo mundo que vende o pacote com essa escola no Brasil. Pensamento positivo, preferi acreditar nessa segunda conclusão.
O preço do curso ficou em U$4.600,00 (sem passagem aérea) para o curso de (15+10) horas semanais de General English, com acomodação em casa de família no primeiro mês.


Era hora de decidir.


Dentre as duas opções com preços mais ou menos iguais, escolhi estudar na Shane Global por dois motivos: (i) a expectativa de não encontrar tantos brasileiros e (ii) o diferencial do curso de inglês. Explico:


Na Oxford, o General English seria de 20 horas semanais no período vespertino (de manhã é muito mais caro) e eu perderia a tarde inteira estudando, além de não ter a necessidade de acordar cedo, portanto, me conhecendo, é provável que eu desperdiçaria os dias inteiros da semana dormindo e estudando.


Ja na Shane, além do curso de general English ser de manhã (15 horas semanais) eu teria mais 10 horas a tarde divididas durante a semana, de matérias eletivas escolhidas entre as seguintes opções: 
Communication Skill, Grammar and Skills, IELTS Preparation, Exam Practice Skills e English for Work.


Achei bem mais interessante o curso da Shane Global.


Fechei o curso da Shane com as seguintes opções:



  • curso de 25 horas semanais, sendo: 15 horas de general english pela manhã (das 09:30 as 12:30) e 10 aulas semanais durante a tarde de Communication Skill e English for Work
  • acomodação em casa de família (localizada na zona 1 ou 2 de Londres) no primeiro mês com café da manhã e jantar inclusos
  • serviço de transfer do aeroporto até a casa
  • voando TAM (ida e volta)



Preço da brincadeira: R$10.100,00 (dez mil e cem reais).


Curso escolhido agora é só esperar pra ver se fiz a escolha certa. 

sábado, 5 de novembro de 2011

Escolhendo a cidade para o intercâmbio

Me considero uma pessoa bem indecisa e a escolha da cidade para o Intercâmbio foi uma decisão um tanto quanto complicada.


Conversando com alguns amigos que ja fizeram intercâmbio, obtive ótimas referências do Canadá, Austrália e Africa do Sul, mas, na verdade, o que eu queria mesmo era ir para a Europa.


Por que a Europa?


Porque ja que eu vou fazer um intercâmbio de 3 meses, o que pode não ser muito, mas também não é pouco, pensei em viajar tanto quanto meu bolso aguente um pouco. E que lugar melhor para viajar do que a Europa?


Dentro da Europa, fiquei entre duas opções: Dublin e Londres. Aí a decisão ficou realmente difícil.


Pensei em ir para Dublin por causa do povo, da cultura irlandesa, da Guinness, do U2, mas principalmente, por, aparentemente, ter um custo de vida menor do que Londres:




Ja Londres, me fascina por ser a maior cidade européia, totalmente cosmopolita, berço do idioma, enfim, por ser Londres.






Fiz algumas cotações de preços, conversei com algumas pessoas que ja foram para ambas cidades e descobri que a diferença de preço entre um intercâmbio em Londres e um em Dublin não é tão grande assim. Daí pensei: se é pra gastar um bom dinheiro numa viagem dessas, que se vá para o melhor lugar, ou pelo menos para o lugar que te dê mais opções. 


Escolhi Londres.